O Tips For Mommy Concierge é uma empresa que presta serviço de consultoria e assessoria às mamães. Com atendimento em português, o nosso serviço de conciergerie, é especializado no planejamento de enxovais para bebês na cidade de Miami. Todos os serviços prestados por nós, são realizados com acompanhamento individual e personalizado.

“O segredo da nossa empresa está no envolvimento e no vínculo que nossas profissionais criam com cada uma de nossas clientes. O grande diferencial dos nossos serviços, está no planejamento e na personalização de todos os detalhes envolvidos em cada ação realizada. Isso acaba trazendo muita tranquilidade e segurança aos novos papais, que consequentemente acabam tendo mais tempo livre para aproveitar a sua viagem”, explica Miriam Wu – sócia fundadora da empresa.
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Miriam Wu

É a idealizadora e sócia da empresa Tips for Mommy Concierge. Entre tantos papeis que desempenha, o de ser mãe é certamente o que mais lhe completa.

Após 3 anos como blogueira do universo baby e percebendo a crescente demanda das mães que buscavam diariamente em seu canal virtual suas dicas e direcionamentos, acabou criando a Tips for Mommy Concierge, uma empresa que tem como objetivo, facilitar a vida das futuras mães que estão na fase de preparação do enxoval do seu bebê.

Miriam usa de toda a sua expertise do universo baby para elaborar juntamente com você, um enxoval perfeito para o seu bebê.

 

Katia Ouang
Consultoria / Personal Shopper Brasil

É formada em Arquitetura, é mãe de 2 meninas – Bruna e Manuela. É autora do site “Minhas Dikas – Babies & Kids” (www.minhasdikas.com) e vem integrar ao time de consultoras do Tips for Mommy Concierge – sendo a chefe-responsável pela equipe de Personal Shopper do Tips for Mommy no Brasil.

Tatiana Moura
Personal Shopper Brasil

Integra ao time de consultoras da Tips for Mommy Concierge, prestando consultoria às nossas gestantes. Estara representando a Tips for Mommy Concierge em atendimentos no Brasil.

Trabalhou por muitos anos com moda, mas com a chegada da maternidade decidiu se dedicar totalmente ao seu pequeno Miguel em seus primeiros anos de vida.

Tatiana tem paixão por produtos de bebês e à tudo do universo baby. Acabou criando a empresa Welcome Baby Concierge prestando assessoria e auxilio à mães e gestantes.

Paula Lemgruber
Personal Shopper Miami

É formada em Administração de Empresas na PUC. Paula é carioca, casada, mãe de Isabela (6 anos) e Patricia (3 anos). O universo infantil sempre esteve presente em sua vida, uma vez que a sua família atuava neste mercado com a loja Petit Marche (Rio de Janeiro). Quando morava no Brasil, Paula era proprietária da marca – a Patufos. Tem vasto conhecimento em produtos, especialmente em modelagem de roupas. Sabe orientar com propriedade e maestria o enxoval de bebê.

Fernanda Flaiban
Personal Shopper NY

Mora nos Estados Unidos há 6 anos e é mãe do Lucas. Formada em nutrição e confeitaria, costuma dizer que ser mãe foi a primeira de suas formações e dentre tantas atividades que desempenho no seu dia-a-dia, também esta à disposição para ajudar mães e novas mamães a resolverem qualquer dúvida sobre a preparação do enxoval para o bebê.

Evelyn Almeida
Personal Shopper Orlando

Formada em jornalismo com pós-graduação em marketing e design de moda, é mãe da Isabelle e da Alice. Hoje integra o time de personal shopper da Tips for Mommy Concierge atendendo as mamães em Orlando. Compartilha com as nossas clientes toda a sua experiência como mãe e conhecimento sobre e roupas disponíveis no mercado americano para bebês & kids.

Renata Jabali
Personal Shopper Miami

Chegou em Miami em 1993, formou-se em Hotelaria com MBA em Marketing na Universidade de Miami. Depois de anos trabalhando em Marketing e Produção, passou a se dedicar “full time” às suas duas filhas, Rafaela e Bia. Sempre ligada em tudo o que se refere às novidades, atualidades e funcionalidades de produtos e da moda infantil, a Renata irá proporcionar a cada uma das mamães do Tips for Mommy Concierge uma experiência muito especial e tranquila.

Tips For Mommy blog

{Meu depoimento} : Baby Blues

Há tempos estou para escrever este post aqui no TFM. Hoje vou falar do ”Baby Blues” – que apesar de ter um nome, um tanto quanto sugestivo para canções de ninar aos bebês….seu real significado é uma melancolia pós-parto. Não é uma regra, mas mais de 80% das mulheres sentem/têm o “Baby Blues”, muitas nem se quer tomam conhecimento do que se trata, apesar de senti-la. O Baby Blues diferentemente da Depressão Pós Parto, não é uma doença. (*Mas, um baby blues muito longo e intenso – pode ocasionar pra frente, a temida DPP) Sei que este tema, é um assunto velado para muitas – talvez pelo medo de se expor ou simplesmente por não querer admitir a condição de ser humano. Seja por qualquer uma das razões, decidi escrever sobre este assunto tão pouco falado em blogs do universo infantil (de uma maneira bem pessoal), para alertar e mostrar que não há nada de errado em demonstrar nossas fraquezas humanas. Tão pouco a minha intenção, é de aterrorizar as futuras mamães desse blog. O intuito, é de compartilhar mais uma experiência da qual a maternidade trouxe a minha vida – experiência essa, que julgo ser relevante à ponto de ser compartilhada. Antes de mais nada…gostaria de deixar bem claro, que a minha filha Victoria é a paixão da minha vida, minha luz e inspiração – sem ela, este blog nem existiria. Amo ela mais do que tudo – um amor intenso, avassalador…um amor que só quem é mãe sabe bem, como é. Não é papo de mãe coruja, mas a Victorinha é, e sempre foi um amor de bebê – nunca teve cólicas absurdas, ou chorou madrugadas à dentro que me levassem a exaustão. O Baby Blues , nada tem haver com a pessoa dela ou por conta dela. Tenho comigo, que a questão toda, foi /é simplesmente hormonal. Logo depois do nascimento da Vi – acho que o período exato, foi logo os primeiros dias que saímos da maternidade. Fui tomada por sensações esquisitas, medos e inseguranças incontroláveis e uma enorme vontade de chorar sem explicação. Foi então, que comecei a pensar na possibilidade de estar sofrendo de Depressão Pós-Parto. Saí pesquisando tudo à respeito, pela internet. E como eu tinha consciência dos meus próprios sentimentos – lendo os textos referentes a DPP, cheguei a conclusão de que eu não me enquadrava em nenhum dos sintomas dela – onde em quadros mais graves, envolvem até sentimentos ruins em relação ao bebê. Mas em contrapartida, me deparei com o termo “Baby Blues”- que nada mais é, que uma condição mais leve de depressão. É um estado de malancolia constante, causado pela variação hormonal após a gestação. Durante a minha gravidez, não gastei um minuto sequer, lendo textos sobre estes assuntos ou algo parecido com isto. Eu sempre desejei minha filha mais do que tudo em minha vida. Nem passava na minha cabeça, que pudesse existir o tal do Baby Blues, e muito menos, que eu pudesse vir a ter isso. Mas como assim….uma melancolia?! Que grande paradoxo da maternidade, a vida estaria me pregando, naquele momento?! Eu sofrendo de melancolia, justamente  no momento mais abençoado da vida?! Questionamentos e devaneios à parte, o fato era que eu me sentia demasiadamente cansada ; não tinha ânimo em me arrumar (nem de estar/e nem de querer me sentir bonita) ; meus pensamentos eram sempre negativos – do tipo: não irei dar conta de tudo ; não conseguirei amamentar ; será que vou ter leite suficiente para a minha filha; não sei dar banho direito na minha filha; meu corpo nunca mais irá voltar ao “normal”….e todas as outras coisas do gênero. Enfim, todos os pensamentos negativos e pessimistas que vocês puderem imaginar, pairavam sobre a minha cabeça naquele momento – parecia coisa de maluco mesmo! Eu não tinha vontade nenhuma de receber visitas em minha casa, e nem sequer vontade de conversar com alguém pelo telefone. Vagava pela casa que nem “zumbi” de camisola dia e noite (ficava a la “zumbi” fossem pelas noites mal dormidas ; ou pela ansiedade de querer ver a minha nova vida ganhar forma rapidamente). Percebi que eu estava ficando extremamente estressada com tudo, e que pouco a pouco estava começando a querer me isolar. A maior diferença que notei, foi o meu estado permanente de sensibilidade – eu estava sempre “à flor da pele” – No começo, pensei que era por conta da tensão de ter tantas novidades em casa. Eu ficava com  aquela sensação de que eu não iria conseguir conciliar tantas coisas ao mesmo tempo, e só este simples pensamento, me atormentava a alma. A primeira vez que realmente notei que eu estava ficando “out of control”, foi uns 10 dias após-parto. A família do meu marido, é de Sorocaba – interior de SP. E eles queriam muito rever a Victoria depois do seu nascimento, então ficou programado uma ida ao interior – para passarmos o final de semana todos juntos em família…. Gente, eu fiquei “freack out” só de imaginar a Victoria, um pouco mais de 1 hora dentro de um carro. (coisa, que eu normalmente – nem me importaria ) Fiz um “samba lelê” de dar inveja nas mais barraqueiras. Lembro-me que não tinha quem fizesse eu sair de casa naquele dia – passei o dia todo em prantos. E quanto mais a minha mãe tentava me acalmar….mais eu chorava. A situação piorava, quando alguém me alertava que se eu continuasse naquele estado de melancolia…o meu leite uma hora, poderia secar – daí sim, eu desatava a chorar. (Dizem que os bebês recém-nascidos choram. Enganam-se… são as mamães recém-nascidas é que choram!) Graças a Deus, o meu período de Baby Blues foi relativamente curto – e eu acredito, que em um nível relativamente leve também. Mas foram dias de muito stress psicológico e uma sensação de medo que até hoje, não sei bem como explicar. Meu marido foi muito paciente nesta época comigo, sempre muito amoroso. Hoje, tenho a plena convicção de que ele (certamente) não entendia...
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