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{Meu depoimento} Me confessando para o Site Bebê.com.br

Recentemente o site Bebê.com.br – da editora Abril, me procurou para me fazer um convite. O convite era para escrever um texto sobre a maternidade – e o tema era livre, mas a Bruna (repórter que me procurou) pediu para eu dar preferência a alguma dificuldade que eu poderia ter sentido pós-Victorinha em minha vida. #TiveAlgumasDificuldades (risos) A intenção é mostrar para as pessoas o lado “B” da maternidade, por assim dizer. O texto foi publicado ontem no final da tarde no site da Abril, nem preciso dizer o quanto me senti honrada e imensamente feliz com o convite. Convido todas vocês a lerem na íntegra o meu texto, e peço que deixem seus comentários aqui no blog – para eu saber o quanto gostaram e quantas de vocês, podem ter se identificado com ele. Clique aqui para ler *Quem gosta dos meus textos da tag {Meu depoimento} que escrevo de vez em quando por aqui, pode vir a gostar deste também ! Um depoimento meu, muito pessoal, íntimo….onde me abri de coração! É difícil falar publicamente sobre um assunto tão íntimo, uma dificuldade…..mas decidi faze-lo mesmo assim, porque é um jeito de mostrar à todas as novas mamães que todas as dificuldades são superadas com o tempo e com o amor. Espero que gostem, e espero os comentários por aqui em nosso espaço Love & hugs to all ! ———————————————————— Reprodução do Texto escrito no site: Chega um momento na nossa história, em que acumulamos tantas facetas dentro de nós mesmas, que se torna fácil nos perdermos entre tantos pápeis que desempenhamos. Somos mulher, mãe, esposa, filha, “rainha do lar”, amiga, profissional….somos tantas em uma só. O que estou querendo dizer é que eu, Miriam, com certeza me descuidei em algum momento da versão “Miriam esposa-mulher-amante-namorada” ideal, no momento em que passei a dedicar mais tempo na minha versão “Miriam mãe”. Entre tantas confissões maternas a serem feitas, acredito que a maior delas, é que descobri que a maternidade é maravilhosa…só que pode acabar com a intimidade e o romance de um casal em um primeiro momento. Definitivamente em minha vida, o romance decidiu dar uma passeadinha por aí, no exato momento em que a minha filha foi entregue aos meus braços. Noites em claro, olheiras, cobrança, cansaço, dores da amamentação, baby blues, resguardo, cinta, auto-estima baixa, descabelada, e muito descompensada… ficou difícil pensar em qualquer tipo de romance. O meu marido ficou para segundo plano e eu, em meio a tudo isso (quando digo eu – estou me referindo ao meu lado mais feminino/mulher), fiquei para centésimo plano no ranking das prioridades. Cabelos sempre presos, roupas largas e sempre cansada. Confesso que tive zero disposição para namorar. Na minha cabeça, ir para a cama era somente com um único intuito: conseguir dormir, mesmo que fosse só um pouquinho. Com isso, percebi que o impacto da chegada do primeiro filho no relacionamento de um casal, pode ser do tamanho de uma bomba atômica, ou pior, pode nos transformar em verdadeiras mulheres bomba. Eu me sentia assim meio “mulher-bomba”, sempre a ponto de explodir! Os primeiros meses depois do nascimento da Victorinha (minha filha), giraram em torno de tentar sobreviver administrando as minhas neuroses, minhas culpas e as necessidades dessa nova rotina. Passei a admirar (ou a invejar ?) as mulheres que conseguiam ficar ainda mais bonitas depois da maternidade.  Principalmente aquelas que ficavam com suas longas madeixas ao vento, deixando sempre à mostra a escova perfeita feita no dia (eu, devo ter pulado esta aula). Devo ter cabulado também a aula onde foi ensinado à estas mesmas lindas mulheres, como driblar todo cansaço físico e mental, a ponto delas estarem sempre dispostas a namorarem seus maridos. Não sei se foi por conta da amamentação, que dizem alterar o libido da gente, ou de todo o contexto em si, só sei que eu simplesmente não conseguia. E isso fazia com que eu me sentisse cada dia pior. Eu me sentia verdadeiramente frustrada com a minha versão “Miriam mulher-esposa-amante-namorada”. Esta versão de Miriam parecia estar em constante decadência. Quando comecei a perceber que estava pecando com esta minha versão “esposa-mulher-namorada-amante” comecei a buscar energias para tentar não deixar a peteca cair de vez. Eu e meu marido, tivemos então que aprender a viver esse novo relacionamento a três. Percebemos logo de cara que o tempo não pertencia mais a nós mesmos. E que as coisas simples, como sair à noite para um jantar romântico, envolviam uma logística complicada demais pra gente (já que nunca tive ajuda de uma babá e nossas famílias moram em outros estados). Sendo assim, achei que no nosso caso a melhor solução era tentar criar qualquer tipo de clima romântico em casa mesmo. Usando a velha e boa tática da dobradinha = jantar + filminho. (Mas, em meio a este meu plano B, me pegava diversas vezes dormindo nos primeiros 15 minutos do filme). O que fiz para contornar esta situação ?! Bom, primeiro resolvi ser muito sincera com o meu marido e me abri com ele. Disse o quanto estava sendo difícil para mim ter que lidar com tantas coisas ao mesmo tempo e que eu sentia muito mal por estar, de algum modo, negligenciando nossa relação. Sei que para ele também não devem ter sido fáceis todas estas mudanças. Em nenhum dos livros que compramos para gestantes nos alertaram sobre o quão difícil seria a vida pós-filho. Por mais compreensivo que ele tenha sido (e foi), sei que foi bem difícil esta fase inicial.Tenho plena consciência de que seu lado paternal até compreendia e aceitava muitíssimo bem os novos fatos que a vida lhe apresentava. Porém, a parte dele como homem ficava bem frustrada. Afinal, antes da chegada da nossa filha ele me tinha 100%. Era nítido para mim que ele queria de volta a mulher com quem havia se casado. Aquela mulher divertida, vaidosa, atenciosa e com disposição para tudo. Também passei a ser mais sincera comigo mesma, passei a me cobrar menos e a me...
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