• Porque contratar uma consultoria especializada para montar/comprar o enxoval do meu bebê?

    O excesso de opções de marcas e produtos no mercado para bebês acaba sempre causando muito stress para os novos pais. Surgem muitas dúvidas e questões sobre os preparativos e o planejamento desta fase. Tendo conhecimento desta situação, o Tips For Mommy Concierge quer tornar esta etapa de preparação do lar do bebê, a mais simples e tranqüila possível para os novos papais.

    Esse deve ser um dos melhores momentos da gravidez. Por isso, se você pode contar com uma ajudar de profissionais que entendem da preparação de um enxoval (de acordo com seu orçamento e estilo de vida) porque não fazê-lo. Fora tantos benefícios já ditos, otimizamos seu tempo com a certeza das escolhas certas.

  • Qual o melhor momento da gravidez para fazer as compras no exterior?

    O momento ideal para fazer a viagem é por volta do 5º mes, quando a futura mamãe já está um pouco mais disposta (os enjoos já passaram e a barriga ainda não está tão pesada). Além disso, nessa altura você já vai saber o sexo do bebê.
    *Lembre-se de consultar o seu medico para pedir uma autorização por escrito.
    Caso os pais não possuam passaporte ou visto americano, os preparativos devem começar com uma maior antecedência.
  • Vale mesmo a pena em termos de custo?

    A economia feita ao contratar uma profissional especializada vale a pena, pois evita gasto com produtos de má qualidade, quantidades e produtos desnecessários, assim como sites ou lojas online fraudulentas.
    Em termos de custos, se compararmos uma mesma lista de compras nos EUA e no Brasil, a lista americana sai bem mais em conta.
    Outro motivo que aumenta ainda mais essa diferença é o sistema de cupons de desconto que é muito forte no mercado americano e que nossa consultoria disponibiliza para suas clientes.
  • Quais os benefícios da preparação do enxoval à distância?

    Além de todos os benefícios que já mencionamos, muitas vezes em função do trabalho, falta de tempo ou dos desconfortos da gravidez , a mamãe não pode fazer a viagem para os EUA. Mas não há porque não aproveitar os benefícios de comprar seu enxoval no exterior.
    A consultoria remota faz todo o processo de escolha com os pais, desenhando e personalizando o enxoval. Depois disso você recebe suas compras no conforto de sua casa no Brasil.
  • Quero fazer todas as minhas compras sozinhas. Porque eu deveria contratar o Tips For Mommy Concierge para me ajudar somente com a lista de compras?

    O serviço fornecido pela TFM Concierge vai muito além de uma simples criação de lista. Por trás dele, há um grande trabalho de pesquisa de mercado, experiência e conhecimento do mercado americano.
    Cada lista é personalizada de acordo com as necessidades específicas de cada casal, levando em conta estilo de vida, orçamento, entre outros aspectos.
    A lista é o produto final de todo esse trabalho de customização que visa criar a melhor experiência possível para cada cliente atendido. Você não está comprando uma lista de enxoval, mas sim a experiência de uma gravidez tranquila com a certeza das escolhas certas.
  • Como funciona o serviço do TFM Concierge?

    A consultoria é totalmente personalizada e cada consultora atende somente um cliente por vez. Aproximadamente um mês antes da viagem começamos a consultoria. A primeira etapa consiste em entender as necessidades dos futuros papais e customizar a lista de produtos e modelos que mais se adequam a necessidade do casal.
    Com a lista pronta, antecipamos algumas compras pela internet porque são mais baratos ou porque a disponibilidade nas lojas é muito limitada e corre o risco de não encontrar exatamente na cor e modelo desejado (os produtos comprados pela internet são entregues em meu escritório e depois entregues ao cliente). Terminada a fase pré-viagem, nós encontramos com os clientes no hotel em que estão hospedados e os levamos em nosso carro para as lojas nas quais encontraremos os produtos pre-definidos em nossa lista. Geralmente utilizamos dois dias de compras para um enxoval completo até um ano de idade incluindo roupinhas e acessórios.
  • As mães ficam cheias de dúvidas sobre tamanhos, quantidades de peças e o que é realmente necessário. Você também dá dicas nesse sentido?

    Nossa consultoria auxilia em todos os aspectos, inclusive ajudando a definir quantidades e tamanho para cada idade do bebê, evitando que se compre mais ou menos do que o necessário. Essa ajuda é essencial para que as mães que vem aos Estados Unidos comprar o enxoval não se frustem, ao se deparar, já no Brasil, que compraram muito para uma idade e pouco para outra.
  • É possível comprar alguns produtos antes via Internet?

    Sim! Depois de definida a data da consultoria, começamos nosso trabalho Online, com uma reunião via Skype para definir seu perfil e expectativas. Podemos fazer algumas compras via Internet antes na sua vinda para aproveitar preços e alguns produtos que só encontramos disponíveis online. Guiamos vocês nas compras e também fornecemos um endereço de entrega, assim você não precisa se preocupar se o hotel vai cobrar para receber os produtos ou não.

    * A TFM Concierge não se responsabiliza pela entrega/atraso/extravio de qualquer produto. Nós somente recebemos, conferimos e levamos para você no dia da sua consultoria. As compras se limitam apenas a produtos ligados ao enxoval do bebê.

  • Quantas malas eu tenho direito em minha viagem?

    Normalmente a maioria das companhias aéreas que vão ao Brasil permitem levar 2 bagagens de 32kgs (classe econômica) e 3 malas de 32kgs (classe executiva / primeira). Vale lembrar também que se você possue algum cartão de fidelidade (ou de crédito) ligado a cia aérea que você esta voando, pode ser que consiga levar 1 mala a mais. Passagens promocionais muitas vezes podem limitar o numero de bagagens ou não permitir comprar uma bagagem extra. Recomendo sempre ligar na companhia aérea escolhida e verificar a politica de bagagens de cada uma.
  • Vale a pena fazer as compras em cartão de crédito, travel money ou dinheiro?

    Nos Estados Unidos não há descontos se você paga em dinheiro à vista. Muitos clientes estão trazendo o Travel Money, que é um cartão que você recarrega antes na sua viagem, e pode ir colocando mais dinheiro durante a viagem. Você estará economizando a taxa de IOF cobrada pelos cartões de créditos. Outros preferem usar o cartão de crédito para ganhar milhas.
  • Quantas malas / volumes são necessários para trazer o enxoval completo?

    Geralmente um enxoval completo ocupa de 3 a 4 malas / volumes.
  • Mas e a alfândega?

    Cada passageiro tem direto a comprar até U$500. Nós recomendamos nossos clientes a declarar os itens comprados para o enxoval do bebê. Nenhum desses produtos entra como uso pessoal, pois o bebê ainda não “existe”. Vai depender de cada cliente se desejam declarar ou não os produtos comprados.

    Caso você opte por declarar alguns produtos adquiridos:

    O valor excedente à cota de isenção estará sujeito ao pagamento do Imposto de Importação, calculado à alíquota de 50%. O valor do bem será o constante da fatura ou da nota de compra. No caso de falta ou inexatidão destes documentos, o valor da base de cálculo do imposto será estabelecido pela autoridade aduaneira.

    Caso você opte por não declarar nenhum produto e for parado na alfândega:

    Você terá que pagar o imposto de importação, calculado à alíquota de 50% e será aplicada uma multa de 50% sobre o valor excedente à cota de isenção dos bens.

    Sempre falamos aos nossos clientes que mesmo pagando os impostos, ainda vale super a pena fazer o enxoval nos EUA. A economia será de mais de 50%.

  • Tenho direito a 2 malas, vale a pena pagar uma mala extra?

    Com certeza! Os preços nos Estados Unidos valem super a pena, então mesmo que você tiver que pagar 1 volume a mais para despachar é um excelente investimento.

Tips For Mommy blog

{Meu depoimento} : Baby Blues

Há tempos estou para escrever este post aqui no TFM. Hoje vou falar do ”Baby Blues” – que apesar de ter um nome, um tanto quanto sugestivo para canções de ninar aos bebês….seu real significado é uma melancolia pós-parto. Não é uma regra, mas mais de 80% das mulheres sentem/têm o “Baby Blues”, muitas nem se quer tomam conhecimento do que se trata, apesar de senti-la. O Baby Blues diferentemente da Depressão Pós Parto, não é uma doença. (*Mas, um baby blues muito longo e intenso – pode ocasionar pra frente, a temida DPP) Sei que este tema, é um assunto velado para muitas – talvez pelo medo de se expor ou simplesmente por não querer admitir a condição de ser humano. Seja por qualquer uma das razões, decidi escrever sobre este assunto tão pouco falado em blogs do universo infantil (de uma maneira bem pessoal), para alertar e mostrar que não há nada de errado em demonstrar nossas fraquezas humanas. Tão pouco a minha intenção, é de aterrorizar as futuras mamães desse blog. O intuito, é de compartilhar mais uma experiência da qual a maternidade trouxe a minha vida – experiência essa, que julgo ser relevante à ponto de ser compartilhada. Antes de mais nada…gostaria de deixar bem claro, que a minha filha Victoria é a paixão da minha vida, minha luz e inspiração – sem ela, este blog nem existiria. Amo ela mais do que tudo – um amor intenso, avassalador…um amor que só quem é mãe sabe bem, como é. Não é papo de mãe coruja, mas a Victorinha é, e sempre foi um amor de bebê – nunca teve cólicas absurdas, ou chorou madrugadas à dentro que me levassem a exaustão. O Baby Blues , nada tem haver com a pessoa dela ou por conta dela. Tenho comigo, que a questão toda, foi /é simplesmente hormonal. Logo depois do nascimento da Vi – acho que o período exato, foi logo os primeiros dias que saímos da maternidade. Fui tomada por sensações esquisitas, medos e inseguranças incontroláveis e uma enorme vontade de chorar sem explicação. Foi então, que comecei a pensar na possibilidade de estar sofrendo de Depressão Pós-Parto. Saí pesquisando tudo à respeito, pela internet. E como eu tinha consciência dos meus próprios sentimentos – lendo os textos referentes a DPP, cheguei a conclusão de que eu não me enquadrava em nenhum dos sintomas dela – onde em quadros mais graves, envolvem até sentimentos ruins em relação ao bebê. Mas em contrapartida, me deparei com o termo “Baby Blues”- que nada mais é, que uma condição mais leve de depressão. É um estado de malancolia constante, causado pela variação hormonal após a gestação. Durante a minha gravidez, não gastei um minuto sequer, lendo textos sobre estes assuntos ou algo parecido com isto. Eu sempre desejei minha filha mais do que tudo em minha vida. Nem passava na minha cabeça, que pudesse existir o tal do Baby Blues, e muito menos, que eu pudesse vir a ter isso. Mas como assim….uma melancolia?! Que grande paradoxo da maternidade, a vida estaria me pregando, naquele momento?! Eu sofrendo de melancolia, justamente  no momento mais abençoado da vida?! Questionamentos e devaneios à parte, o fato era que eu me sentia demasiadamente cansada ; não tinha ânimo em me arrumar (nem de estar/e nem de querer me sentir bonita) ; meus pensamentos eram sempre negativos – do tipo: não irei dar conta de tudo ; não conseguirei amamentar ; será que vou ter leite suficiente para a minha filha; não sei dar banho direito na minha filha; meu corpo nunca mais irá voltar ao “normal”….e todas as outras coisas do gênero. Enfim, todos os pensamentos negativos e pessimistas que vocês puderem imaginar, pairavam sobre a minha cabeça naquele momento – parecia coisa de maluco mesmo! Eu não tinha vontade nenhuma de receber visitas em minha casa, e nem sequer vontade de conversar com alguém pelo telefone. Vagava pela casa que nem “zumbi” de camisola dia e noite (ficava a la “zumbi” fossem pelas noites mal dormidas ; ou pela ansiedade de querer ver a minha nova vida ganhar forma rapidamente). Percebi que eu estava ficando extremamente estressada com tudo, e que pouco a pouco estava começando a querer me isolar. A maior diferença que notei, foi o meu estado permanente de sensibilidade – eu estava sempre “à flor da pele” – No começo, pensei que era por conta da tensão de ter tantas novidades em casa. Eu ficava com  aquela sensação de que eu não iria conseguir conciliar tantas coisas ao mesmo tempo, e só este simples pensamento, me atormentava a alma. A primeira vez que realmente notei que eu estava ficando “out of control”, foi uns 10 dias após-parto. A família do meu marido, é de Sorocaba – interior de SP. E eles queriam muito rever a Victoria depois do seu nascimento, então ficou programado uma ida ao interior – para passarmos o final de semana todos juntos em família…. Gente, eu fiquei “freack out” só de imaginar a Victoria, um pouco mais de 1 hora dentro de um carro. (coisa, que eu normalmente – nem me importaria ) Fiz um “samba lelê” de dar inveja nas mais barraqueiras. Lembro-me que não tinha quem fizesse eu sair de casa naquele dia – passei o dia todo em prantos. E quanto mais a minha mãe tentava me acalmar….mais eu chorava. A situação piorava, quando alguém me alertava que se eu continuasse naquele estado de melancolia…o meu leite uma hora, poderia secar – daí sim, eu desatava a chorar. (Dizem que os bebês recém-nascidos choram. Enganam-se… são as mamães recém-nascidas é que choram!) Graças a Deus, o meu período de Baby Blues foi relativamente curto – e eu acredito, que em um nível relativamente leve também. Mas foram dias de muito stress psicológico e uma sensação de medo que até hoje, não sei bem como explicar. Meu marido foi muito paciente nesta época comigo, sempre muito amoroso. Hoje, tenho a plena convicção de que ele (certamente) não entendia...
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